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Anselmo Brombal

Teorias da conspiração

Toda vez que algo de anormal acontece surgem as hipóteses, as prováveis causas e outros prováveis culpados. Anormal, por exemplo, é o excesso de chuvas. A explicação é científica – vivemos o fenômeno El Ninõ. Anormal é a série de ataques criminosos a repartições públicas, ônibus, caminhões de lixo e ambulâncias em estados nordestinos. A princípio há uma explicação.

A princípio. Mas o buraco é mais embaixo. No Ceará, por exemplo, justificou-se os ataques como sendo represália do crime organizado à transferência de seus líderes para presídios federais. E o governador cearense pediu socorro à Força Nacional. Um detalhe: o governador é do PT.

Outros estados vizinhos – também vítimas de ataques – liderados pelo mesmo PT, estão pedindo socorro ao governo federal. Pedem a presença da Força Nacional para conter a criminalidade. E não há gente suficiente para atender todo mundo.

O principal foco hoje do ministro da Justiça e Segurança é conter a baderna nordestina. Ou seja, o foco foi desviado para um problema que antes não existia. Por causa disso, circulam nas redes sociais algumas teoria de conspiração. Algumas dignas de crédito. Ou até que merecem uma análise melhor.

Como já é sabido, o PT declarou guerra ao governo Bolsonaro. E então, mentes terroristas, como a de José Dirceu (ex-deputado, ex-ministro e condenado pela Justiça por roubalheira), estariam tentando desestabilizar o governo com o que melhor sabem fazer. O terrorismo.

Terrorismo profissional, diga-se de passagem. Zé Dirceu é um mestre nisso. E pior, é um cara inteligente. Nos ataques das ditas facções criminosas (bem orientadas pelo terrorismo de ponta) não há vítimas. Talvez para se criar comoção e conquistar apoio popular.

Segundo as mesmas teorias, tudo estaria devidamente mapeado. Levantamento que teria sido feito pelos médicos cubanos. O governo federal não tem como sentar a borracha. Os governadores (orientados por Zé Dirceu) estão agindo dentro da lei. Sem escorregões.

Imagina-se como é viver nessas cidades. Sem certeza de transporte coletivo, menos ainda de coleta de lixo. Imagina-se o que é ser funcionário público nesses lugares – a qualquer hora um coquetel Molotov pode ser jogado pela janela. Ou ver as paredes metralhadas.

A propósito: José Dirceu era terrorista em sua juventude. Foi trocado por um embaixador que seus companheiros sequestraram. Foi deportado para o México em setembro de 1969, e de lá foi para Cuba. Treinar terrorismo urbano. Fez plásticas, mudou de nome, se escondeu. De 1971 a 1975 viveu clandestinamente em São Paulo. Voltou para Cuba. Era um procurado. Com a anistia, ficou tranquilo. E voltou a ser condenado no Mensalão e no Petrolão.

Com um passado assim, e com o que anda dizendo a presidente do PT, Gleisi Hofmann, está bem fácil que as teorias da conspiração não são apenas teorias. Talvez sejam uma realidade que poucos conseguem enxergar.

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