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Noivos perdem mala às vésperas do casamento com anel de R$ 42 mil

O casamento está marcado para o próximo sábado (18), mas Tatiana Machado e José Augusto Rangel, que namoram desde 2017, o evento acabou virando um drama para os noivos após imprevisto.

O casamento e a festa começaram a ser pensados, nos mínimos detalhes, há dois anos. Os dois moram no Rio de Janeiro, mas queriam comemorar a união no Recife, junto à família de Tatiana, que é pernambucana.

O que Tatiana e José não contavam é com o extravio da mala onde, além das de roupas e pertences pessoais, estavam o vestido da noiva e um anel avaliado em R$ 42 mil.

Desde que desembarcaram no Recife, na manhã do último sábado (11), eles têm ido diariamente ao guichê da companhia aérea Azul. “Ligamos, mas o telefone não pega. Então começamos a ir, no sábado mesmo, atrás de informações lá no aeroporto. Para terminar, eles estão mudando de sala, então estão com o serviço fora do ar”. Diz Tatiana, que já pensou até em desistir de se casar na data marcada.

Após a edição da Resolução n°400/2016, as malas acima de 10 quilos precisam ser despachadas mediante um taxa que a companhia aérea estabelece. “Nós pagamos R$ 50 para despachar, porque o vestido era pesado, tinha sapato, agenda do casamento, tudo. Ainda despachamos de graça a mala de mão, porque eles pediram já que o avião estava cheio”. Lembra Tatiana, que afirmou que a mala de mão foi a primeira a sair na esteira, porém, a outra não apareceu em seguida. Os noivos afirmam que a mala não foi pega naquele local, pois ficaram ali o tempo todo.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a bagagem pode permanecer na condição de extraviada por, no máximo, sete dias em voos nacionais. “Na mesma hora nosso voo tinha também para Campinas e Congonhas. Eles checaram e não foi parar lá. Também não está no Galeão, que foi de onde viemos”. Afirmou a noiva.

Dentro da mala:

Dentre os pertencentes extraviados estão as joias que ela usaria no casamento. “Eu passei cinco meses fazendo o meu vestido. Gastei indo e vindo da costureira, que é de Volta Redonda, uma cidade do Sul do Rio. Foi um vestido pensado por muito tempo, com o tecido que eu queria, do jeito que eu queria. Onde eu vou conseguir algo assim até o dia do casamento? Fora o investimento, o trabalho, o tempo”. Lamentou.

Tatiana ainda disse que dentro da mala também estavam um caderno com os contatos de todos os fornecedores do casamento, convites e senhas.

O que disse a companhia:

A assessoria de imprensa da Azul respondeu, apenas, que está tratando o problema diretamente com os clientes. “Até o fim do prazo não podemos acionar a justiça. Temos que esperar. Mas nada paga tudo isso que está acontecendo. A quebra de um sonho”. Diz José Augusto. “Vamos seguir esperando até o dia da festa”. Completa Tatiana.

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