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Bebê de oito dias aguarda vaga para cirurgia urgente de coração

Uma bebê de apenas oito dias aguarda uma vaga para cirurgia de coração após nascer com uma cardiopatia congênita no Hospital Guilherme Álvaro, em Santos, no litoral de São Paulo. Nesta terça-feira (3), a mãe de Valentina, Liliane das Virgens Batista, contou que a filha corre risco de morte e que não há previsão para a realização do procedimento.

A mãe da menina tem diabetes e, durante a gestação, a doença apresentou diversos picos, fazendo com que ela tivesse que se internar por algumas vezes. O acompanhamento médico ocorreu no HGA e a bebê nasceu no dia 24 de novembro, de parto normal, após 38 semanas de gestação. Depois de dois dias, a mãe soube que a menina não estava bem e que deveria continuar internada.

“Os médicos perceberam que a respiração e o batimento estavam acelerados. Ela estava toda vermelha e engasgava muito quando mamava”. Segundo Liliane, equipes médicas começaram a investigar o caso da menina e, após um eletrocardiograma, conseguiram identificar uma cardiopatia congênita que, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras oito semanas de gestação, quando se forma o coração do bebê.

Após a confirmação, a menina foi para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal e teve de se alimentar por sonda, já que se cansava muito quando mamava no peito. A partir disso, Liliane soube que Valentina precisaria passar por uma cirurgia cardíaca e que teria que esperar por uma vaga na Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde (Cross) para encontrar um serviço de referência em cirurgia cardíaca infantil.

Em nota, a Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde (Cross) informou que está em busca por vaga em serviço de referência em cirurgia cardíaca infantil para a bebê e que ela segue assistida na UTI Neonatal do Hospital Guilherme Álvaro, onde também tem feito exames e permanece sob acompanhamento de equipe multiprofissional.

Ainda na nota, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo alegou que para regulação dos casos de cardiopatia congênita com indicação de cirurgia, não basta a disponibilidade de vagas para realizar a transferência. É necessário que o paciente apresente condições clínicas de ser transferido, com quadro estável e livre de infecções, por exemplo.

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