Cidades de Franco da Rocha, Francisco Morato e Cajamar chegam à fase verde do Plano SP

As cidades de Mairiporã, Franco da Rocha, Cajamar, Francisco Morato e Caieiras podem ser as primeiras a passarem para a fase verde do Plano São Paulo de flexibilização das atividades econômicas. A microrregião Norte da Grande São Paulo conseguiu cumprir todos os requisitos mínimos de capacidade da rede hospitalar e evolução no combate à Covid-19.


A região é a primeira a permanecer por mais de 28 dias na fase amarela, o que permite o progresso para a fase verde.

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Na atualização de 7 de agosto, a microrregião foi classificada como laranja, que é considerada uma etapa de “controle”. No domingo (23), os resultados dos cinco itens avaliados eram suficientes para fase verde, considerada de “abertura parcial” e que têm menos restrições, como maior lotação dos estabelecimentos comerciais.
Um exemplo são os shoppings que podem ter 60% de sua capacidade.


Critérios questionados por prefeitos


Prefeitos da região comemoraram a possível mudança de fase, mas reclamaram dos critérios de divisão entre a capital e as áreas da Região Metropolitana devido ao fluxo de moradores. A capital paulista avançou para a fase amarela em 26 de junho, quase dois meses antes que a microrregião Norte.


“A gente sempre teve uma opinião crítica da divisão em sub-regiões porque a Grande São Paulo tem uma só dinâmica, as reações [nas cidades] são as mesmas. É injusto colocar a capital, que é o vetor de geração de renda da região, na fase amarela, como aconteceu, e as demais, não”, afirma Kiko Celeguim (PT), prefeito de Franco da Rocha.

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Mas agora, segundo Celeguim, a “justiça foi feita”. “Todos os índices estão controlados. Na última sexta (14), começamos a desativar o hospital de campanha por não haver mais necessidade”, afirmou o prefeito. Atualmente, a cidade tem índice de ocupação de UTIs inferior a 20%, de acordo com ele.


Para Danilo Joan (PSD), prefeito de Cajamar, a cidade e a região já poderiam estar na fase verde, mas a proximidade e o fluxo com a capital dificultam as medidas e, por isso, “não faz sentido” que estejam divididos em regiões diferentes.


“Quando liberaram a capital para o amarelo e mantiveram a gente no laranja, quis saber [do governo estadual] qual é a ciência. Porque 20% da minha população trabalha em São Paulo. Eles podiam trabalhar, mas o resto, aqui, não? Só que estes traziam o vírus para circular do mesmo jeito”, disse o prefeito.


Com apenas um paciente em estado grave e oito leitos de UTI ocupados, ele diz ver tranquilidade na passagem para a fase verde. “Se fosse Cajamar sozinha já estaríamos na verde, com certeza. Mas pela região… Agora, deve chegar”, afirma Joan.

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