A CPMI do INSS aprovou ontem (26) a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva o Lulinha, filho do presidente Lula (PT).
Após a votação, simbólica, parlamentares do PT armaram grande confusão, com tentativas de agressão ao presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), e o relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). Após a oposição celebrar as aprovações, os deputados Rogério Correia (PT-MG) e Paulo Pimenta (PT-RS) partiram para cima da mesa diretora do colegiado.
A tropa de choque que Lula mandou à CPMI tinha ordens expressas para impedir a quebra dos sigilos de Lulinha e de outras figuras suspeita no caso do roibo aos aposentados e pensionistas e também no escândalo do Banco Master.
Os lulistas cometeram o erro de insistir que os 87 requerimentos da pauta, com convocações para depor e quebras de sigilos, fossem votados em bloco. Mas, na hora da votação, prevaleceu a vontade da oposição, que, assim, aprovou todas as propostas que estavam na pauta.
Após o tumulto, a sessão foi suspensa por 15 minutos. A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) denunciou que o deputado federal Luiz Lima (Novo-RJ), foi agredido na confusão.




