Na maioria dos cemitérios a decomposição dos corpos é biológica – ou seja, a ausência de ar nos túmulos acelera o crescimento de micro-organismos, chamados de anaeróbicos. O processo de decomposição biológica resulta na produção do necro-chorume, líquido mal cheiroso, que quando vazado por pontos mal vedados do sepulcro, resulta na disseminação de bactérias e vírus.
Com o Cemitério Ecológico, o sistema é baseado na desidratação e evaporação do necro-chorume assim que ele é gerado – o que resulta na decomposição natural sem causar danos ao meio ambiente e à saúde.
“Nós estamos entrando em uma concessão na cidade de Feira de Santana, na Bahia. Vamos modernizar todo o cemitério com arquitetura inovadora. Em Feira de Santana, o que mais chamou a atenção do pessoal foi exatamente o processo ecológico”, explicou Valdir Ferrão, engenheiro e proprietário da empresa Valfer Tecnologia – responsável pela criação do conceito ecológico.
O Sistema Ecológico é aprovado pelos órgãos ambientais CONAMA E CETESB. As vantagens são não poluir o meio ambiente, ter metade do tamanho, maior capacidade, custo menor do que qualquer outro cemitério e menor tempo de exumação – processo que no cemitério comum pode demorar três anos.
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Projetos de Cemitério Ecológico apresentados em Jundiaí







