De acordo com estudo publicado, na última segunda-feira (04), a eficácia vacina da Pfizer na prevenção de infecções caiu de 88% para 47% após seis meses da segunda dose. Os dados foram publicados na revista médica Lancet.
O cenário muda quando se trata da prevenção de casos graves, mesmo após seis meses, a vacina continua com eficácia alta contra hospitalizações e morte – também contra a variante Delta, que é a mais contagiosa.
Cientistas da Pfizer e da operadora de planos de saúde Kaiser Permanente estudaram os registros de saúde de cerca de 3,4 milhões de pessoas entre dezembro de 2020 – quando a vacina foi liberada – e agosto de 2021.
A eficácia contra a variante Delta foi de 93% após um mês da segunda dose para 53% após quatro meses. Contra outras variantes, a eficácia caiu de 97% para 67%. Apesar disso, a descoberta não interfere na proteção, que permanece 90% para todas as idades, após seis meses do esquema vacinal completo – ou seja, mesmo que uma pessoa se contamine após tomar as duas doses, ela tem 90% de chances de não ser hospitalizada.
(Fonte: CNN).





