Com a proximidade do final de ano, vêm também as expectativas para o tão aguardado 13º salário.
Porém, assim que a quantia é depositada, é comum que as pessoas tenham dúvidas sobre a melhor maneira de aplicá-lo. Pagar dívidas? Investir? Guardar para os gastos do início do próximo ano?
Para ajudar nesse sentido, o consultor financeiro Cláudio Angelo Leite, que atende pelo GetNinjas, maior aplicativo para contratação de serviços do Brasil, separou cinco sugestões de uso para o 13º.
Confira abaixo:
13º para quitar dívidas
Antes de escolher entre quitar dívidas atuais e as que virão, é necessário se atentar às taxas de juros. Segundo Cláudio, é preferível quitar aquelas que têm uma taxa maior, ou seja, dívidas atuais. Apesar do receio da vinda do IPTU, IPVA e dos demais gastos do começo do ano, o profissional pontua que são despesas programadas, ou seja, ainda não pagas. Para que não se tornem, é preciso ter organização financeira.
13º como investimento
O 13º pode ser usado como pontapé inicial para um investimento. Porém, antes de qualquer atitude, Cláudio recomenda que o investidor iniciante conheça seu perfil, se é conservador, moderado ou arrojado. Ao fazer isso, a pessoa garante aplicações condizentes com suas expectativas e estilo de vida. Os mais conservadores podem investir em títulos públicos. Já aqueles com um perfil mais moderado podem apostar em Fundos de Investimentos. Por fim, os mais arrojados tendem a arriscar na bolsa de valores.
13º como reserva de emergência
O desemprego fez com que brasileiros pensassem na importância de uma reserva. Para aqueles que querem fazer o “pé de meia”, o 13º pagamento pode ser usado para inaugurar o montante. Mas além da reserva da quantia, Cláudio faz outras recomendações. Segundo o profissional, é interessante aplicá-la no Tesouro Direto ou na Selic. Tais aplicações são recomendadas por conta do prazo de resgate curto, ideal para situações de urgência.
13º para empreendimentos
A quantia pode ser utilizada também para empreender um negócio de pequeno porte, como as nano franquias, por exemplo. Além do investimento financeiro inicial, Claúdio recomenda que os empreendedores façam um planejamento de finanças para evitar obstáculos futuros à frente do próprio negócio.
13º para o lazer
Após um ano inteiro de trabalho e estudos, é tentador usar o 13º pagamento para viajar ou para comprar presentes para entes queridos. Porém, o receio de ter dívidas faz com que muita gente cancele as atividades de lazer. Para que isso não aconteça, Cláudio recomenda um planejamento antecipado e que as compras sejam feitas à vista. Por fim, o profissional aconselha que as pessoas juntem dinheiro para depois ir às compras e não utilizem apenas o dinheiro do 13º para esta finalidade.





