Cantora de 55 anos falou sobre o tema em sua série documental que estreou na sexta-feira (28)
Janet Jackson, de 55 anos, revelou alguns apelidos maldosos que foram dados pelo irmão Michael Jackson (1958-2009) e que a deixavam incomodada. Ela admite que ambos riam da situação, mas que, no fundo, doía. As informações foram publicadas pelo New York Post na terça-feira (25). As revelações da irmã do rei do pop vão aparecer em seu documentário, Janet, que foi lançado na sexta-feira (28).
“Houve momentos em que Mike costumava me provocar e me xingar”, relembra a artista antes de dizer os apelidos que recebeu do irmão por causa de seu peso: “Porca, égua, put* e vaca.”
Janet, então, explica que ambos davam risadas disso, mas que depois se sentia abalada. “Ele ria disso, eu ria também. Mas depois havia algo lá no fundo que doía. Quando tem alguém dizendo que você é muito pesada, isso te afeta”, explica.
Na série documental sobre sua vida, que foi produzida ao longo de cinco anos, Janet revela, também, que luta contra o seu peso desde os dez anos de idade, quando ganhou um papel na sitcom ‘Good Times’, em 1977. “Eu sou uma comedora emocional, então quando eu fico estressada ou algo está realmente me incomodando, comer me conforta.”
No começo do mês, outro tema que vai aparecer na série veio à tona: as acusações de abuso sexual que foram feitas contra Michael Jackson. No trailer da produção, a artista admite que “muito escrutínio” acompanha seu sobrenome, e, então, é perguntada sobre como e se as alegações contra seu irmão mais velho afetaram a sua carreira. “Sim”, ela reconhece, antes de acrescentar: “Culpada por tabela. Acho que é assim que falam, não é?”. Michael Jackson morreu em 2009, aos 50 anos, vítima de intoxicação por propofol e benzodiazepina. Os primeiros relatos de abuso sexual vieram à tona em 1993; e em 2003, o cantor voltou a ser acusado do crime, que chegou a ser investigado pelo FBI. A Justiça americana absolveu Michael das acusações em junho de 2005 – mas novas denúncias foram feitas mesmo após a morte do astro, como as expostas pelo documentário Leaving Neverland em 2019.





