A partir de março, a DAE Jundiaí dará início ao Plano de Segurança da Água. Ao acompanhar todo o caminho que a água faz, desde a nascente até a torneira das casas, será possível atender aos padrões de potabilidade e qualidade. O documento vai indicar quais e onde há riscos de contaminação da água utilizada para consumo, permitindo, com isso, mais precisão no processo de captação, tratamento, armazenamento e distribuição.
Com investimento de R$ 420 mil, o estudo será realizado pela empresa Hidrosan Engenharia, especialista no desenvolvimento de Planos em cidades do mesmo porte que Jundiaí. “O objetivo é garantir que a água distribuída não ofereça risco à saúde pública e apresente padrões de qualidade uniformes, de acordo com as exigências da legislação vigente”, afirma a gerente do Laboratório de Controle de Qualidade da DAE, Karen Tasaka.
A elaboração do Plano, segundo Karen, vai permitir identificar perigos e riscos, orientar decisões sobre investimentos e aumentar a eficiência dos processos. “Isso vem a somar com o trabalho já realizado pela DAE. Temos um Laboratório certificado internacionalmente e que cumpre, com rigor, os parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde”, pontua.
A elaboração do Plano de Segurança da Água atende à orientação do Ministério e os padrões estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O documento passará a integrar a rotina da empresa e será apresentado, se necessário, à Vigilância Sanitária do município, que fiscaliza o trabalho do Laboratório. O documento deve ser concluído até abril de 2023.
A partir do estudo, poderemos compreender quais são os pontos fracos e fortes relacionados à prevenção da contaminação e definir ações para correção”, planeja a gerente, que conta ainda que o Termo de Referência para a contratação do Plano de Segurança da Água desenvolvido pela DAE está sendo usado como base para elaboração dos Planos dos municípios no âmbito da área da Bacia do PCJ, por meio da Câmara Técnica de Saúde Ambiental.
Atualmente, a estrutura da DAE conta com duas estações de tratamento de água, que também possuem laboratórios próprios, nos bairros Anhangabaú e Eloy Chaves, além de 57 reservatórios, que armazenam água tratada para distribuição.





