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quarta-feira, 26 fevereiro, 2025

CPS libera aulas remotas contra calor em Etecs e Fatecs

O Centro Paula Souza (CPS), autarquia responsável pela administração das escolas e faculdades técnicas de São Paulo, as Etecs e Fatecs, liberou os diretores das unidades para substituírem as aulas presenciais por aulas remotas até a próxima sexta-feira (28), por causa do calor.
Em comunicado enviado aos diretores na última sexta-feira (21), o diretor superintendente do CPS, Clóvis de Souza Dias, diz ser “essencial” adotar as medidas em meio à previsão de “temperaturas excepcionalmente elevadas” para a semana.
“Considerando a intensa onda de calor que afeta o estado de São Paulo, em decorrência das mudanças climáticas globais, e os alertas emitidos por órgãos meteorológicos sobre a previsão de temperaturas excepcionalmente elevadas entre os dias 24 de fevereiro e 1º de março de 2025, torna-se essencial adotar medidas que garantam a integridade e o bem-estar da comunidade acadêmica”, afirma o documento.
O superintendente destaca que estudos científicos indicam que temperaturas extremas impactam a capacidade de concentração e a saúde de alunos e profissionais, e destaca que a “maioria das Fatecs e Etecs não dispõe de infraestrutura climatizada adequada para enfrentar tais condições”.
A previsão dos meteorologistas para esta semana, no entanto, indica a chegada de uma nova onda de calor no estado apenas a partir da sexta-feira, justamente o último dia do período de liberação para aulas remotas. A elevação nas temperaturas deve permanecer durante toda a primeira semana de março.
A decisão sobre substituir as aulas presenciais por remotas até o dia 28 cabe aos diretores de cada Etec e Fatec. A orientação do CPS acontece depois de o sindicato dos trabalhadores da autarquia enviar um ofício à entidade solicitando as aulas on-line em dias de “temperaturas mais extremas”, sem indicar um período específico para a mudança.
“Nas escolas do Centro Paula Souza, sabemos que muitas unidades deixam a desejar em relação à infraestrutura mínima. Há laboratórios sem ar-condicionado ou ventiladores, enquanto em outros eles existem, mas estão quebrados ou com mau funcionamento. Há unidades em que o acesso à água potável e fresca, para trabalhadores e estudantes, é prejudicado por equipamentos quebrados, problemas no fornecimento, etc.”, diz o ofício.

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