Durante participação no Jornal da Fan, da emissora Fan FM de Sergipe, o senador Flávio Bolsonaro (PL) teceu duras críticas ao perfil político do presidente Lula da Silva (PT) ontem (2 de fevereiro). O parlamentar, que já anunciou sua candidatura ao Palácio do Planalto, classificou o atual mandatário como uma “pessoa retrógrada, atrasada e ultrapassada”.
Na ocasião, que contou também com a presença do deputado federal Rodrigo Valadares (União-SE), Flávio recorreu à imagem de um modelo fora de linha da Chevrolet, o Opala, para comparar o petista a um carro velho:
“Se você comparar o Lula a um carro… ele parece aquele Opala velhão, que, em algum momento, já foi bonito, já foi um carro de luxo, que dava resultado, que te levava para qualquer lugar. Hoje, o Lula é uma pessoa retrógrada, atrasada e ultrapassada“.
A desconexão com a inovação digital foi outro ponto abordado pelo pré-candidato. Flávio Bolsonaro argumentou que o presidente demonstra desconhecimento sobre o potencial da modernização técnica para a administração pública.
Segundo o senador:
“Lula é um cara que sequer tem telefone celular, um cara que acha que inteligência artificial só serve para manipular vídeos e fotos em redes sociais. Ele não tem ideia de como isso é importante para um governo que quer se pautar pela modernidade, pela inteligência, pela tecnologia”.
O tom das críticas subiu quando o senador utilizou analogias alimentares para descrever a atual rejeição ao governante, afirmando que Lula se assemelha a um item fora do prazo de validade.
“Lula é um produto vencido. Imagina você fazer um churrasco com aquela picanha que já está cheirando a podre? Você toma uma cervejinha choca? Esse é o Lula hoje. Ninguém consegue mais tragar esse cara”, afirmou Flávio.
No encerramento de sua fala à rádio sergipana, Flávio estendeu os questionamentos à condução econômica do país, citando o ministro da Fazenda. Ele mencionou que Fernando Haddad (PT) recebeu a alcunha de “‘Taxad’”, alegando uma busca constante por novos tributos sobre a classe trabalhadora.
O senador concluiu afirmando a existência de uma escolha clara para o futuro do Brasil entre a prosperidade defendida por seu grupo e o que denominou como “caminho das trevas com o atual governo”.




