Apesar de não terem atingido a cláusula de barreiras, que é o desempenho eleitoral mínimo para um partido obter acesso ao fundo partidário e à propaganda gratuita no rádio e na TV, dez partidos nanicos irão tomar dos pagadores de impostos mais de R$ 33 milhões do fundão eleitoral: Agir, DC, Democrata, Missão, Mobiliza, PCB, PCO, PRTB, PSTU e UP. É a parcela desses partidos dos R$ 99,2 milhões (2% do fundão eleitoral) que todos os 30 partidos dividem em ano de eleição.
Cabe numa moto (e sobraria lugar) a bancada no Congresso desses partidos que vão morder R$ 33 milhões: só Kim Kataguiri (Missão-SP).
Cada um dos nanicos receberá mais de R$ 3,3 milhões simplesmente por estarem registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O fundo partidário é mesada; R$ 110 milhões todo mês. Já o fundão eleitoral é a bolada de R$ 5 bilhões rateados para campanha eleitoral.




