O número de deputados estaduais com trajetórias ligadas às forças de segurança aumentou na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) após as eleições no último domingo (4). Passou de sete para 12, um aumento de 71% entre os 94 parlamentares que devem assumir cargos no próximo ano.
Segundo os nomes de urna registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), oito agentes foram eleitos em 2026: um coronel, um tenente, um sargento, dois capitães e três delegados. São eles:
Capitão Mosart (PL)
Coronel Paganotto (PL)
Delegada Graciela (PL)
Delegado Mesquita (PP)
Delegado Olim (PP)
Sargento Castro (PP)
Telhadinha – Capitão Telhada (PP)
Tenente Coimbra (PL)
Dois desses deputados estaduais são egressos do Exército Brasileiro: Capitão Mosart, que foi eleito pela primeira vez em São Paulo, e Tenente Coimbra, que foi reeleito pela segunda vez.
A Delegada Graciela e os delegados Mesquita e Olim trabalharam na Polícia Civil de São Paulo antes de se elegerem parlamentares. Olim, inclusive, passou por departamentos como o Estadual de Investigações Criminais (Deic) e o de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Em relação à Polícia Militar (PM), os deputados eleitos Coronel Paganotto e Telhadinha vieram da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), que é considerada a tropa de elite da corporação em São Paulo. Já o Sargento Castro tem passagem por unidades como a Força Tática.
Além deles, quatro candidatos que tiveram carreiras nas polícias Militar, Federal ou Civil foram eleitos sem usar a patente ou título: Conte Lopes (PL), que era PM da Rota; Danilo Balas (PL), que foi agente da Polícia Militar antes de ingressar na Polícia Federal; Danilo Campetti (Republicanos), policial civil e federal; e Leandro Basson (Podemos), com carreira na Polícia Civil.





