Uma inspeção do TCE (Tribunal de Contas do Estado) em 2016 mostrou que uma em cada quatro cidades paulistas mantém lixões a céu aberto. A fiscalização percorreu 163 cidades do Estado de São Paulo e concluiu que apenas 51,54% dos prefeitos criaram um plano de gestão integrada. Para os novos prefeitos e aqueles reeleitos, que assumiram o cargo no dia 1º de janeiro, esse é mais um desafio.
A vistoria constatou ainda que mesmo entre as cidades que levam os resíduos para aterros, somente 11,73% fazem reciclagem, 1,23% promove alguma reutilização e 2,47% se preocupam com compostagem.
Capitais e cidades de região metropolitana têm até 31 de julho de 2018 para acabar com os lixões. As de fronteira e as que contam com mais de 100 mil habitantes, com base no Censo de 2010, ganharam prazo até 2019. As cidades que têm entre 50 e 100 mil habitantes terão de resolver essa questão até 31 de julho de 2020. As menores, com menos de 50 mil habitantes, devem estar de acordo com a lei até 31 de julho de 2021.





