Escolas públicas ou privadas podem integrar essa grande rede do bem e melhorar o conhecimento das famílias que têm filhos pequenos.
Uma ong focada em comunicação, uma união entre escolas que se preocupam em ajudar na formação dos pais e uma cidade inteira disposta a contribuir com os Objetivos de Desenvolvimento da ONU. Essa é a proposta do Instituto Noa com o programa “Escolas do Bem”: criar uma grande rede para ampliar o repertório de conhecimento de pais e educadores sobre os cuidados e o desenvolvimento da criança, além de resgatar o papel familiar na educação dos filhos.
Fundado pela jornalista e professora universitária, Lucy De Miguel, o Instituto Noa tem como proposta promover os direitos da criança e do adolescente por meio da comunicação. “Utilizamos da capilaridade do jornalismo para levar orientações importantes às famílias sobre os cuidados com a criança, principalmente entre 0 e 6 anos”, afirma a fundadora.
O projeto de responsabilidade social atua em duas frentes: com os pais e os educadores, envolvendo as escolas públicas e privadas. O programa teve início em novembro de 2015 nas cidades de Sorocaba, Itu, Itapetininga e outros 9 municípios desta região. Nesse primeiro ciclo de trabalho, engajou 60 escolas particulares, beneficiando a mais de 15 mil famílias.
Em 2017, a proposta é de expansão para outras regiões do Estado de São Paulo. A equipe do Instituto Noa está ampliando o programa para as cidades de Jaú, Barra Bonita e Pederneiras. Também mantém uma agenda de encontros com os prefeitos e secretários de educação para uma apresentação detalhada do projeto, buscando firmar parceria com o poder público para intensificar as ações com este público.
Como funciona
As escolas que aderem ao programa passam a contar com ferramentas de comunicação com as famílias, que levam orientações sobre os cuidados com as crianças. O programa dissemina conhecimento produzido por organizações de referência nos temas relacionados à infância, como Unicef, Organização Mundial da Saúde, Fundação Abrinq, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, entre outros.
“É uma espécie de programa da família, porém em uma escala muito maior, pois utilizamos ferramentas de comunicação que atingem um grande público e com informações precisas”, explica a jornalista.
Segundo a idealizadora do projeto, “ser uma ‘Escola do Bem’ é ter um reconhecimento perante a cidade inteira sobre um trabalho que muitas escolas já realizam, que é o de contribuir com alguns dos Objetivos de Desenvolvimento da ONU, mas não se dão conta”, explica.
O Programa Escolas do Bem está com inscrições abertas para o ciclo 2017 até 15 de abril. As escolas interessadas em participar desta grande rede do bem podem conhecer mais detalhes pelo site: www.escolasdobem.com.br ou entrar em contato pelos fones 15 3211-0999/3221-1987.





