O crédito está difícil. Os bancos precisaram baixar seus limites de financiamento, e com isso poderiam provocar crise no setor imobiliário. Poderiam. Mas bastou o anúncio dessas medidas para a procura pelos consórcios aumentar em até 20%. Quem constata esse aumento é o consultor de consórcio imobiliário Luciano Foelkel Montanheiro.
“O consórcio oferece uma série de vantagens, o que torna a modalidade atraente – afirma ele. Não cobra juros, por exemplo, somente taxa administrativa e seguro de vida, opcional, que passa a ser obrigatório após alguém ser contemplado”.
Com o consórcio, o interessado na compra de imóvel determina o valor e o prazo de prestações. Isso pode chegar a 180 meses. Assim que se inscreve, passa a ter direito a participar das assembleias, e tal como nos consórcios de carros, ser sorteado ou dar lance.
“Logicamente que há valores mínimo e máximo para o consórcio – explica Luciano. Se um sujeito se interessar por um valor maior, tipo 600 mil reais, sua prestação será maior de quem optou por valor menor. O ideal é usar o maior prazo possível”.
Luciano diz que desde que surgiu a lei do consórcio, em 2009 (ano em que foi sancionada) o mercado ficou disciplinado. “Os consórcios são fiscalizados pelo Banco Central, que também garante tudo, afirma ele. Se uma administradora de consórcio não agir dentro das rígidas normas do BC, ou se, no meio do caminho tiver problemas, o banco intervém e troca de administradora. O consorciado tem todas as garantias, não há possibilidade de perder dinheiro”.
As cotas de consórcio também podem ser comercializadas. “Se alguém quiser vender, ou dar de presente, basta tratar da transferência com a administradora – explica. E no caso de alguém não poder pagar sua prestação, deixa de concorrer ao sorteio, mas pode renegociar o que ficou devendo e participar normalmente dos demais sorteios”.
O seguro de vida, na inscrição é opcional. “Só depois que o consorciado for sorteado, ou der lance vencedor, é que o seguro passa a ser obrigatório, diz Luciano. No caso de invalidez permanente, com comprovação pericial médica, a dívida é quitada; e no caso de morte do consorciado, a família recebe a quitação”.
Mas Luciano tem uma ressalva: “O consórcio imobiliário é a melhor solução para a falta de financiamento, ou mesmo, havendo oferta de financiamento. Mas é preciso orientação. O cliente interessado não pode ser visto como alguém disposto a gastar dinheiro. Ele precisa ser orientado corretamente, ter acesso a todas as informações, e estar ciente de todas as suas responsabilidades e seus direitos”, finaliza.
Luciano mantém escritório no bairro Torres de São José, em Jundiaí – fica na rua Armando Giassetti 300. Os telefones para contato são: (11) 99639-4898 e ID 55*135*9320. Em caso de interesse, Luciano se dispõe a visitar o cliente em casa ou em seu ambiente de trabalho.
O público que for visitar a Feiccad poderá visitar o stand do Jundiaí Notícias. Nele, além de obter mais informações sobre o jornal, poderá assistir às entrevistas gravadas em vídeo, publicadas nas edições anteriores, dar sugestões e ainda fazer negócios. Além de poder conferir com exclusividade a edição desta semana que traz um especial da feira.
A Feiccad será aberta hoje às 15 horas, no piso G3 do Maxi Shopping Jundiaí.






