O PSL, partido do presidente Bolsonaro, fez bonito nas eleições do ano passado. Além do presidente, elegeu senadores, deputados estaduais e federais, e firmou-se como uma força política. Por lá. Em Jundiaí, o partido se esfarelou. Está sem presidente e ninguém se entende.
Na semana passada, para ajudar, Gilvana de Oliveira registrou Boletim de Ocorrência contra Andréa Seixas, candidata derrotada a deputada estadual em 2018. Gilvânia afirma que Andréa vai responder por difamação e calúnia – haveria posts em WhatsApp acusando Gilvânia de ser uma “esquerdalha infiltrada” no partido.
Gilvânia é conselheira do Movimento Direita Interior Brasil. Trabalhou na campanha de Bolsonaro, e se filiou ao partido em junho de 2018. Segundo o que teria dito Andréa, Gilvânia teria recebido R$ 300 mil de um candidato a deputado estadual. Andréa também diz que Gilvânia trabalhou para Pedro Bigardi, e por isso não é bem vinda à direita.
O problema é que as duas têm pretensões políticas. Andréa já foi candidata a deputada estadual e tem falado a pessoas próximas que pretende se candidatar a vereadora em 2020. Gilvânia, segundo Andréa, é concorrente.
E como o PSL está sem comando em Jundiaí, Gilvânia estaria atrapalhando os planos de Andréa para conseguir a presidência do partido. Ela teria então se aproximado de um deputado federal, que é amigo do major Olímpio, hoje senador e presidente do PSL de São Paulo. Para o meio político jundiaiense, isso não passa de briga de comadres.





