A cada dia que passa, mais e mais brasileiros torcem pela privatização dos Correios, hoje um gigante inerte que mais atrapalha do que ajuda. A agência da Vila Arens – franqueada, mas uma extensão da estatal – é um exemplo de ineficiência, morosidade e ilegalidade.
Como todas as agências, essa também tem produtos bem diversos da finalidade dos Correios, que é tratar da correspondência. Vende camisetas, carnês do Baú da Felicidade, brinquedos e celulares (chips) da operadora mais desconhecida no meio de comunicações, os Correios.
Que idosos, gestantes e deficientes não se iludam ao retirar a senha para atendimento prioritário. Serão senhas ignoradas, ao arrepio da lei. A prioridade da agência é outra – primeiro os contratos. A lei é clara: prioridade. Se é prioridade, significa que essas pessoas precisam ser atendidas antes, e não confinadas a um guichê qualquer. Que venha a privatização.





