O aumento do surto de coronavírus no mundo e o derretimento global da economia têm servido de forte argumento para que os ministros convençam o presidente Jair Bolsonaro a usar a rede nacional para anunciar o adiamento das manifestações marcadas para o dia 15 de março.
Porém, líderes de movimentos empenhados na convocação para os protestos contra o Congresso acreditam não haver motivo para adiamento. Argumentam, inclusive que outras atividades com aglomeração de pessoas, como shows e jogos de futebol, não foram canceladas.
O presidente está sendo aconselhado a fazer um gesto de “estadista” e dizer que a “saúde do povo brasileiro tem de vir antes de brigas políticas menores.
Com isso, o presidente enalteceria a manutenção do seu veto aos dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que transferiam para o Congresso R$ 30 bilhões. O Congresso decidiu manter os vetos presidenciais a trechos da LDO na semana passada.





