Pouco tempo depois de o presidente argentino, Alberto Fernandez ter anunciado o fechamento da fronteira, o clima era de suspense quando o avião parou na pista ainda longe do “finger” do desembarque.
Enquanto funcionários conversam em inglês e turco (idioma da companhia aérea) com autoridades responsáveis pelo aeroporto; passageiros nervosos recolhem suas bagagens logo que se aproximam do local de desembarque.
Aos tripulantes é pedido o formulário contendo informações como nome, endereço, onde esteve nos últimos 15 dias, em que cadeira se sentou no voo, quem são seus contatos na Argentina. Além disso, é perguntado se o tripulante sentiu dor de garganta, cabeça, calafrios e febre durante o voo.
O questionário tem como objetivo identificar casos infectado logo no desembarque, ou para localizar pessoas que se sentaram perto deles, posteriormente, se for o caso.
Antes da fila de imigrantes, os passageiros passam por um scaner e como se estivessem sendo filmados por quatro câmeras que soltam raios de luz vermelha, médicos uniformizados e com máscaras observam tudo.





