Em virtude dos casos de coronavírus no Brasil, o Sindicato do Comércio Varejista de Jundiaí e Região (Sincomercio) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Jundiaí (CDL) sugerem caminhos para o empresariado enfrentar o cenário de instabilidade.
De acordo com estimativas, o consumo no curto prazo deve ser de produtos básicos, como alimentos, remédios e produtos de higiene. Bens duráveis e semiduráveis, como eletroeletrônicos, roupas, móveis, tendem a ter suas compras adiadas.
Na avaliação das entidades, os empreendedores devem ficar atentos ao fluxo de caixa e aos gastos fixos. “Também é preciso avaliar se vale a pena abrir o estabelecimento todos os dias e nos mesmos horários, diante da queda na demanda. Os comerciantes de bens duráveis não devem neste momento ampliar os estoques. Não é o momento de investir, endividar-se ou assumir compromissos no longo prazo”, afirma Edison Maltoni, presidente do Sincomercio e da CDL Jundiaí.
Para enfrentar o cenário de instabilidade, outra orientação é sobre opções de atendimento a distância, utilizando redes sociais, ou de entregas de produtos de forma alternativa, via Correios para todo o Brasil, ou por aplicativos que atendem às demandas locais com motoboys.





