No meio de toda essa guerra contra o coronavírus, nem tudo é notícia ruim. Nesta terça-feira (24), o Nubank anunciou que oferecerá orientação médica, suporte psicológico online e serviços de entrega para auxiliar clientes no período da pandemia do Covid-19.
Além disso, o banco virtual utilizará de um “fundo” de R$ 20 milhões que arrecadou com reduções de custos e de marketing para cobrir as ações. Os recursos custearão teleorientação médica e psicológica, delivery de supermercados e farmácias e outros. A iniciativa tem parceria com o Hospital Sírio-Libanês, iFood, Rappi, Zenklub e Zee.now. As medidas já estão liberadas para os clientes.
Para fazer uso dos benefícios do Nubank e colaborar com as ações de combate à pandemia do novo coronavírus, os correntistas devem entrar em contato por telefone, chat e e-mail. Claro que a empresa tentará compreender, analisar e ajudar o cliente dependendo de cada caso.
No caso das empresas de delivery, o Nubank pode oferecer créditos para correntistas que estão passando por dificuldades em virtude da Covid-19 e precisem de entrega de comida e outros itens. Tanto a compra quanto a taxa de entrega serão cobertas pela fintech.
No caso do uso do suporte médico e psicológico, a empresa deve disponibilizar vouchers, após a equipe avaliar a situação, para os clientes agendarem uma consulta online gratuita direto nas plataformas dos parceiros, como no Zenklub.
Equipes que vem trabalhando em ações com características mais flexíveis que podem incluir taxas de juros reduzidas e adiar faturas. Porém, a empresa analisará, por meio dos canais de atendimento (telefone, chat ou e-mail), cada caso antes de tomar qualquer decisão.
Mais iniciativas
Outros aplicativos também tomaram medidas para apoiar usuários durante a pandemia. O Uber, por exemplo, disponibilizou assistência financeira para motoristas e entregadores parceiros diagnosticados com coronavírus ou que seja colocado em quarentena por autoridades de saúde pública ou por médicos licenciados. Já o app de delivery da empresa, Uber Eats, ganhou a opção de entrega sem contato físico e removeu a taxa de entrega de pequenos e médios estabelecimentos para estimular as vendas.
A Rappi adotou a entrega sem contato físico. O rival iFood tomou a mesma medida de segurança, e também destinou R$ 1 milhão para entregadores com Covid-19 no Brasil. Já a 99, além de destinar um fundo para auxiliar motoristas e entregadores, está pagando semanalmente restaurantes parceiros para ajudar nos negócios.





