Polêmica e sem nenhuma “evidência empírica”, a clorofina foi colocada pela agência da Organização Mundial de Saúde (OMS) como remédio em sua bateria de testes de pelo mundo, aguardando resultados para poder recomendar oficialmente, segundo declarou em Genebra, o diretor de operações da OMS, Michel Ryan.
Segundo Ryan, por enquanto, não há resultados de testes provando que a substância funcione contra o coronavírus. Ele também pediu cautela sobre os efeitos colaterais que o remédio pode ter. “Estamos ansiosamente esperando resultados”, disse.
Diante da incessante proliferação do vírus, a OMS sugeriu hoje (13) que, no final das contas, só mesmo uma vacina vai conseguir frear a doença. “Em última análise, uma vacina será necessária”, admitiu Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da agência.
Critérios para deixar a quarentena
A boa notícia é que, segundo a OMS, países europeus começam a ver uma queda na expansão no número de novos casos registrados de pessoas contaminadas. Porém a entidade alerta que isso não significa que quarentenas possam ser encerradas de um dia para o outro.
Amanhã (14), a OMS vai publicar uma nova estratégia sobre como lidar com o vírus e que inclui condições mínimas para que governos sigam, antes de retirar completamente uma quarentena.
Mas alerta que as mortes ainda levam mais tempo para cair. Em alguns países, a transmissão parece estar em queda. O distanciamento físico está tirando a pressão fora da epidemia. Mas agora é hora de vigilância e o caso não está terminado.
O ponto central é a capacidade de um país de localizar o vírus. De acordo com Ryan, as restrições existem hoje justamente por não se saber onde está o vírus. Assim, o único jeito (de fazer uma transição) é encontra-lo e isso só se faz testando.
Quais são os critérios:
1- Transmissão controlada;
2- Sistema de saúde capaz de testar e isolar casos;
3- Minimizar surtos em casas de repouso;
4- Administrar importação de casos;
5- Engajamento da comunidade;
6- Prevenção no trabalho e escola





