Após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cobrar reciprocidade da Câmara, o presidente da Casa, Rodrigo Maia, decidiu rever esta quinta-feira (16) o projeto que faz alterações no auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais. O texto passa a incluir grupos sociais que não teriam direito ao auxílio pela proposta original.
Caso o texto seja aprovado, serão incluídos mães adolescentes e trabalhadores informais que, em 2018, tiveram rendimentos altos, grupo que foi excluído na primeira proposta.
Além disso, o texto pretende dobrar o valor pago à homens solteiros chefes de família. Eles, assim como as mães chefes de família, poderão sacar um valor total de R$ 1.200.
O texto foi aprovado pelo Senado no início do abril e falta passar pela Câmara dos Deputados.
Na nova versão do texto apresentada, têm direito ao auxílio de R$ 600 mensais os trabalhadores informais, sejam empregados, autônomos ou desempregados, de qualquer natureza. O texto deixa claro que profissionais intermitentes inativos também serão incluídos.
O novo texto cria ainda uma lista de profissões e atividades que devem receber o auxílio, como pescadores profissionais artesanais e aquicultores; agricultores familiares registrados no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar; catadores de recicláveis associados ou cooperados; diaristas; taxistas e mototaxistas; caminhoneiros, entregadores de aplicativo e motoristas de app ou transporte escolar.





