De acordo com o secretário municipal de Transportes de São Paulo, Edson Caram, o primeiro dia de rodízio de veículos na capital na manhã desta segunda-feira (11), não surgiu o efeito esperado.
“A princípio, dá para se notar uma diminuição no volume de carros andando na cidade de São Paulo. Ainda não é o esperado, a população ainda está se deslocando de uma forma além daquilo que nós queremos”, afirmou Caram.
O objetivo da medida imposta pela prefeitura é restringir a circulação para que a taxa de isolamento social fique acima de 60%. Ainda no sábado, São Paulo registrou taxa de isolamento de 50%.
No primeiro dia de circulação, apenas os veículos com placas de final ímpar têm autorização para rodar na cidade. Diferentemente do rodízio habitual, o novo rodízio ampliado é válido para todo o perímetro do município, não apenas nas áreas do chamado centro expandido, segundo a prefeitura.
Além disso, segundo o secretário, o reforço da frota de ônibus foi suficiente para atender a demanda. Foram colocados nas ruas mais mil veículos prevendo uma possível migração para o transporte público.
Balanço parcial:
Na CPTM, a elevação foi sentida principalmente na Estação Guaianases. Elevação acima de 15%
EMTU registrou aumento maior que o esperado na região do Capão Redondo – foi necessário reforçar a frota, segundo o secretário
Metrô: Linha 4 registrou aumento em torno de 14% e Linha 5 – Lilás , aumento de 11%
“A linha é: vamos ficar em casa agora, esperar dez dias, e quem sabe, daqui a dez dias a gente pode fazer um relaxamento da economia”, disse o secretário a respeito de uma possível flexibilização.





