Todos os helicópteros da Polícia Civil de São Paulo estão parados desde novembro do ano passado em um hangar no Campo de Marte, na zona norte da capital. Os quatro aparelhos modelos Pelicano e Esquilo deixaram de prestar serviço à Polícia após rompimento de contrato com a empresa responsável pela manutenção dos equipamentos.
As aeronaves atuam em diversos serviços policiais, como transporte de órgãos para transplante, monitoramento de manifestações, operações de roubo a banco e resgate em casos de sequestro. Os helicópteros cobrem, principalmente, a capital e a Grande São Paulo, mas também podem atender a outras regiões do Estado.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou, em nota, que a Helialfa Comércio e Serviços Ltda., empresa contratada para fazer a manutenção dos aparelhos, não atendia a normas da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac). Segundo a secretaria, um novo processo licitatório já está em andamento.
O proprietário da Helialfa, Carlos Roberto de Oliveira, afirma que a ruptura do contrato foi motivada por um desacordo comercial. Ele, que atua no setor aéreo desde 1997, também nega qualquer irregularidade na empresa.





