Foram muitos os estabelecimentos comerciais que tiveram que fechar suas portas definitivamente durante a crise causada pela pandemia de Covid-19. Também haverá aqueles que não vão abrir de imediato na reabertura gradual das atividades econômicas em Jundiaí, isso porque a situação financeira se agravou.
Apesar disso, segundo avalia o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Jundiaí e Região (Sincomercio) e da Câmara de Dirigentes Lojistas de Jundiaí (CDL), as entidades e os lojistas têm boas expectativas para o retorno que ainda é restritivo.
“Ainda não é o ideal, mas acreditamos que com o empenho dos comerciantes, empresários em geral, população e órgãos governamentais iremos nos adaptar a este ‘novo normal’ seguindo os protocolos sanitários rígidos e combatendo o avanço da doença da cidade”, avalia Maltoni.
Segundo ele, ainda não há como estimar a reabertura de 100% das lojas do comércio de rua, isso porque nem todos os empresários tiveram tempo ou condições financeiras para se adequarem ao novo modelo de funcionamento. “Esta volta será gradual porque há regras a serem cumpridas. A economia local precisa voltar a girar e o consumo no varejo tem uma parcela muito importante”, ressaltou.
Contudo, Maltoni afirma que um novo comportamento por parte dos consumidores e das empresas veio para ficar. “O comércio também terá que se adaptar a este ‘novo normal’ que exige regras sanitárias rígidas e de distanciamento social. Em tempos de pandemia, muitos profissionais tiveram de se reinventar e transformar o isolamento forçado em oportunidade para novos negócios. Também foi preciso adaptar os negócios com o fortalecimento dos canais digitais, sistema delivery, drive thru e home office, que prometem permanecer após pandemia”, conclui.





