Carlos Bolsonaro, um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, foi ouvido pela Comissão de Ética da Câmara do Rio De Janeiro na segunda-feira (15). O colegiado se reuniu virtualmente para analisar o requerimento contra ele apresentado por Leonel Brizola, do PSOL.
No dia 28 de maio, o vereador distribuiu ofensas em um grupo no WhatsApp. “Vtcn PT e piçou (PSOL)”, escreveu. Perguntado se estava em Brasília, disse: “Tô no Rio, imbecil”. Provocou um colega: “Tah fumando estrume?”.
A partir disso, o PSOL cogitou denunciar o Carlos Bolsonaro à Comissão de Ética por quebra de decoro, mas desistiu após não obter número de assinaturas suficientes. No entanto, o vereador Leonel Brizola (PTD) apresentou queixa formal à Comissão e Carlos foi convocado.
Ele compareceu no vídeo acompanhado de um advogado. Disse que se sente muito pressionado por ser filho do presidente da República, o que motiva suas reações em certos momentos. Afirmou que não queria “bater” nos colegas, em especial o vereador Brizola.
Em seguida, o filho do presidente afirmou que vai se comportar melhor e não vai mais ofender colegas.
Segundo o presidente da Comissão de Ética, Fernando William (PDT), qualquer ato de deslize que seja caracterizado como ofensa vai ser tratado como terminam as normas.





