Após o Jundiaí Notícias e a TV Tem mostrarem que o Hospital Regional estava vazio, apareceram explicações
Na semana passada, o Jundiaí Notícias mostrou a situação do Hospital Regional, parte com base no que apurou, parte com base do que foi mostrado pela TV Tem. A reação foi imediata. No dia seguinte, a assessoria do deputado Luiz Fernando Machado enviou nota ao JN, questionando o fato do mesmo não ter sido ouvido, embora citado.
É uma nota de esclarecimento desnecessária, uma vez que a citação do deputado foi baseada em publicações do próprio em mídias sociais, sem uma vírgula a mais. Tal capricho despertou, porém, mais curiosidades da equipe do JN, que resolveu questionar novamente a situação do Hospital Regional.
Um rol de perguntas foi enviado à assessoria do deputado, que não respondeu – sugeriu que as perguntas fossem encaminhadas à Secretaria Estadual de Saúde. Em contato com o médico Eduardo Ribeiro Adriano, responsável pelos contratos da Secretaria de Saúde, apareceram algumas explicações.
Uma delas, é que a máquina de hemodinâmica começou funcionar na segunda passada (18), e que até quarta já havia feito dez procedimentos. A expectativa é que chegue a 1.100 por ano. Outra, que a atividade cirúrgica plena (capacidade total) do hospital é atingida após 24 ou 36 meses após sua abertura.
Segundo Eduardo, o Regional atende 42 cidades, e não só o Aglomerado Urbano, mas que 70% dos pacientes são de Jundiaí. Quanto aos números, e não porcentagens, afirmou que em janeiro de 2015 o Regional teve 1.500 procedimentos (4 por dia), em janeiro deste ano 4.200 (11,5 por dia), números que, reconheça-se, ficam aquém da necessidade.





