De acordo com o Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus (CEC) da Prefeitura de Jundiaí, o município atravessa o pico da pandemia entre os meses de junho e julho. É esperado, segundo análise epidemiológica, que na segunda quinzena de julho a cidade passe pela fase de platô (estabilização), para assim começar a registrar queda no número de novos casos em agosto.
“Cabe observar que Jundiaí permanece na fase vermelha, uma vez que a cidade integra a região de Saúde de Campinas, composta por 42 municípios. Se analisada as sete cidades da Aglomeração Urbana de Jundiaí (AUJ), que reúne 805 mil habitantes (IBGE, 2018), a cidade poderia estar na fase laranja”, diz o gestor de promoção à Saúde, Tiago Texera.
Segundo o gestor, um estudo feito pela área técnica da prefeitura aponta que a AUJ tem indicadores melhores tanto da capacidade do sistema de Saúde, quanto da evolução dos casos, critérios avaliados no plano de retomada do governo estadual.
Contudo, Jundiaí é considerado município referência na região no atendimento do Sistema Único de Saúde (Hospital São Vicente de Paulo). Por esse motivo, no dia 7 de julho a administração entregou ao Governo do Estado de São Paulo um ofício pedindo a revisão no modelo constituído de agrupamento regional no Plano São Paulo.





