Começa valer nesta segunda-feira (3) o novo padrão da gasolina vendida no Brasil. A partir disso, o combustível passa a ter mais qualidade e fica mais próximo do padrão europeu. A parte ruim é que vai custar um pouco mais caro.
As mudanças valem para a gasolina do tipo C (comum) e premium, aquela indicada pelas fabricantes de carros esportivos. A Petrobras, responsável pela produção de cerca de 90% da gasolina vendida no Brasil, diz que já segue os novos parâmetros, inclusive no padrão que só entrará em vigor em 2022.
De acordo com Rogério Gonçalves, especialista em novos produtos da Petrobras, o índice de economia de combustível dos veículos pode variar entre 3% e 6%. O novo padrão da gasolina brasileira deixa os carros mais econômicos porque otimiza a queima do combustível.
Mas como tudo tem um lado bom e ruim, a nova gasolina também, pois ela vai custar mais caro ao consumidor. No fim de junho, a diretora de refino e gás natural da Petrobras, Anelise Lara, disse que o litro da gasolina teria uma tendência a ficar mais caro com as novas especificações do derivado. Mas a empresa não disse qual deve ser a diferença nos preços.
Em nota, a Petrobras afirmou que “o ganho de rendimento de 5%, em média, proporcionado pela nova gasolina compensará uma eventual diferença no preço da gasolina”, e que “o preço do combustível é definido pela cotação no mercado internacional e outras variáveis”.





