Em 2007 apareceu uma ideia daquelas: criou-se o projeto Campus Pelé, que envolvia o Paulista, o Lausanne Sport, da Suíça, o jogador Pelé, o Litoral Futebol Clube, de Santos, e o Banco Fator, que é de investimentos. O objetivo era investir em atletas em formação e depois ganhar dinheiro com sua venda.
A coisa funcionaria assim: primeiro, os analistas do mercado de futebol concluíram que a transferência de um jogador brasileiro para a Europa não era tão rentável- era a segunda transferência a mina de ouro. Assim, o jogador brasileiro seria vendido ao Lausanne suíço, e de lá para outro clube.
Só que, três anos depois, o Lausanne anunciou o fim da parceria, e o Paulista também. Até hoje ninguém explicou os motivos do rompimento. Como tudo o que envolve dinheiro gera discórdia, a cabeça do torcedor ficou a mil pensando no que pode ter acontecido.
A falta de explicações é mais antiga. Tanto que, em 2004, o então deputado federal Durval Orlato (hoje vice-prefeito de Jundiaí), pediu a convocação à Câmara de Eduardo Palhares (presidente do Paulista), Carlos Monteiro (presidente do Etti Jundiaí), Carlos Alberto Padetti (presidente da Carital Brasil) e Ricardo Gonçalves (representante da Parmalat).
Durval queria que, numa audiência pública, em Brasília, fossem explicadas as transações comerciais de compra e venda do Paulista com outros clubes.





