O francês Gaspar Noé produziu o filme “Love” em 3D com a intenção de mostrar uma nova dimensão para o amor. Procurou focar essa questão na perspectiva sexual, e não deu outra – carregou o filme de cenas de sexo explícito, incluindo uma ejaculação em direção à câmera. A trama é medíocre, mas Gaspar tem lá seus admiradores.
A história é de um americano que vai a Paris tentar ser cineasta. Mas tem um casamento infeliz, e isso o leva a relembrar tórridas cenas de um romance que teve no passado com uma estudante – é aí que o bicho pega. Dois atores pornôs fazem as cenas mais quentes.
Gaspar diz que a intenção não é chocar. E não deve ser mesmo. Em 1976, quando o mundo era mais moralista, “Império dos Sentidos” causou, mais pela escatologia que pelas cenas de sexo. “Romance X”, de 1999 é outro que está no time, assim como “9 canções”. Mas escândalo mesmo foi Calígula, contando a história do mais pervertido dos imperadores romanos e que teve atores de renome, como Peter O´Toole e Malcom Mc Dowell.





