A Prefeitura de Jundiaí está autorizada a emprestar R$ 18,5 milhões do Banco do Brasil para tocar o projeto do BRT, o transporte rápido em ônibus. O dinheiro é a contrapartida pelo que será bancado pelo governo federal, de mais de R$ 100 milhões. A aprovação aconteceu na noite de terça por 14 votos favoráveis – quatro contrários.
A discussão começou de manhã, quando Gerson Sartori foi entrevistado em programa de rádio e rebateu as críticas do vereador Gustavo Martinelli. Gerson insinuou que as críticas de Martinelli eram feitas a mando de seu padrinho político – clara referência ao deputado estadual LFM.
Discorreu, na mesma entrevista, sobre o custo do projeto. “O vereador (Martinelli) fala de metro quadrado como se fosse somente pista, mas esquece que o projeto tem novos viadutos”, afirmou. Lembrou ainda que a Câmara já havia aprovado o projeto por unanimidade.
“Quando todos os vereadores aprovaram o BRT tinham conhecimento que haveria uma contrapartida da Prefeitura. Faz parte do projeto, afirmou Gerson. O que a oposição quer agora? Votar o mesmo projeto de novo?”
À noite, durante a sessão, aconteceu o esperado – os vereadores do PSDB votaram contra e foram acompanhados por Paulo Sérgio Martins (PPS). Antes da votação, a Câmara teve outra sessão de homenagens para lembrar o início da Semana da Vida.





