Na semana passada, a Fiesp (Federação das indústrias do Estado de São Paulo) entrou em rebuliço. Tudo porque circulou o rumor de que o presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Andrade, estaria aceitando supostos acordos com o governo. Por esses acordos, o Sesi e o Senai (que são mantidos pela indústria) abririam mão de dinheiro que usam para custear seus serviços.
No início da semana, a Fiesp divulgou nota oficial manifestando suas preocupações e criticando os possíveis acordos. “Consideramos ser nossa obrigação defender nossos alunos, seus familiares, professores, funcionários, atletas e artistas do Sesi e do Senai, assim como os trabalhadores da indústria e os importantes serviços que essas entidades prestam à sociedade brasileira”, afirma a nota.
Em outro trecho, a nota afirma: “O Sesi e o Senai são reconhecidos por sua eficiência e pelo ensino de qualidade que prestam a milhões de alunos de todo o país. Se concordarmos com essas iniciativas, estaremos sacrificando os melhores investimentos. Os investimentos nas pessoas.
Repudiamos, portanto, supostos acordos e esperamos o apoio dos companheiros das federações da indústria, do comércio, do transporte e da agricultura de todo o país para





