Desde o meio do ano circulava a notícia de que o Sesi fecharia salas nos primeiros anos, e consequentemente dispensaria professores. A história rendeu barulho, uma vez que o motivo seria um prejuízo de quase 7% no orçamento.
Agora o Sesi mudou de idéia. Vai aceitar matrículas para o primeiro ano do ensino fundamental nas escolas que funcionam em prédios alugados, casos da Ponte São João, Vila Rami, Vila Rio Branco e Sifco. Com a abertura do Sesi Hortolândia (em construção na Cidade Administrativa) e do novo Sesão, algumas escolas deverão ser transferidas para esses lugares. Mas não há previsão exata de quando isso vai acontecer.
No caso do Senai, também foram mantidas as vagas para o ensino médio que têm, concomitantemente, o ensino técnico. Mas tem um probleminha nessa história: os alunos que estudam em tempo integral não sabem o que vai acontecer. Segundo o Sindicato dos Professores (Sinpro), o Sesi mantém a decisão de não ter ensino em tempo integral.
A história foi anunciada em setembro pelo presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) Paulo Skaf, que controla o Sesi. A presidente do Sinpro, Sandra Baraldi, garante que não deixar de lado o problema. “Nossa briga, daqui para a frente, é reverter também essa decisão”, diz ela. Agora a má notícia: as inscrições para o primeiro ano terminam nesta quinta, dia 12. Só podem ser feitas pelo site do Sesi – www.sesisp.org.br.





