Analisando a velha política da mentira de novo. Ficamos com a promessa das casas populares, como prometida em época de campanha eleitoral, isso porque, o ex-prefeito deixou o projeto pronto.
O que importa é que o tempo está se acabando, pois as eleições vêm aí, e agora eles vão fazer tudo como seus antecessores praticavam em outras épocas. A ideia é mascarar o amadorismo do grupo político em gestão pública.
Talvez agora prometam dar o terreno, e depois prometem dar o material básico, depois prometem outros materiais. De promessa em promessa e de barganha em barganha tentam conquistar o voto. Os ‘bons moços’ até mandam cestas básicas, doam dentaduras, ou simplesmente compram um voto por R$ 50.
Pobre coitado daquele que não consegue fazer ou concluir a sua casa ficando dependente desta política de migalhas, como outrora era a dentadura, em que se dava uma parte antes da eleição e depois da eleição entregava o restante.
Mais uma vez esse governo mostra que prometeu mais de 200 casas, em quatro anos esta entregando apenas os mesmos erros cometidos na gestão anterior, promessas baseadas nas prospecções federais, o que não ocorreu como eles previam.
E os projetos para mais casas ficaram prontos e engavetados, na gaveta do prefeito em 2013/2014/2015 e 2016. O único projeto de casas populares é de um empreendimento particular bem sucedido diga-se de passagem.
Hora de assumir o erro, afinal a cidade agora tem mais de 110 mil habitantes e pode ter projetos maiores. É muito triste ver esse modelo de barganha política novamente acontecer… Bairros nascendo sem sua infra-estrutura, mas que favorecem financeiramente os políticos da região. Aumentando o sofrimento para quem não tem condições de pagar aluguel e ainda tem que construir suas casas.
Será um sofrimento para quem na ânsia de não poder fazer sua casa vai montar um barraco e mudar-se para esses terrenos. Tudo isso terá conseqüência no Poder Público, pois esses bairros nascerão sem postos de saúde, sem creche, sem escola, sem comércio, sem asfalto e sem tantas outras coisas necessárias para uma urbanização digna para ser humano. Em bairros mais carentes viverá a população em seus puxadinhos.
É a velha política criando feudos do quanto pior melhor para políticos mentirosos e interesseiros (com seu próprio bolso) barganhando os votos… Pobre desse povo que, consciente ou não, vai contribuindo para que tal aconteça, associando aos amigos alheios, aos movimentos que congrega (meliante, carteirista, vigarista, ladrões e outros parasitas afins).
Enquanto isso brincamos de fazer política; vamos à feira comer pastel, tirar uma foto com as crianças carentes, abraçar o povo mais humilde, chamá-los de amigo e apresentarmos como a solução.
RAYELLEN OLIVER





