Pré-candidato a prefeito pelo Partido Verde, o vereador Antonio Pacheco afirma que Saúde tem solução
O médico Antonio de Pádua Pacheco é vereador pelo PV (Partido Verde) depois de disputar quatro eleições. Antes de ser eleito, foi suplente e exerceu mandato durante pouco tempo. Nesses intervalo, disputou outras duas eleições para deputado estadual. Agora vai disputar sua sétima eleição, desta vez como pré-candidato à Prefeitura.
Especializado em Pneumologia, ganhou o slogan de Amigo do Peito de uma cliente. Passou 25 anos no serviço público, como médico concursado, e se aposentou há cinco. Experiência suficiente para contestar as afirmações do ministro da Saúde, que afirmou na sede da Associação Médica Brasileira (AMB) que o povo inventa doença.
Para ele, não só Jundiaí, mas todas as cidades enfrentam três problemas principais – Saúde, Segurança e Emprego. Vai pregar, durante a campanha, as soluções que acredita resolvê-los. “A questão das UPAs (unidades de pronto atendimento) tem um atraso de 20 anos – diz ele. Em 1992, quando criamos o primeiro PA (pronto atendimento) de Jundiaí, tínhamos plano de fazer outros, em bairros distantes, como Eloy Chaves, Santa Gertrudes, Vila Progresso, justamente para desafogar o Hospital São Vicente”.
Pacheco entende que a Segurança não é apenas investir em guardas municipais. “A segurança começa com o transporte coletivo, com o bom serviço público nos hospitais e nas escolas, no tratamento às crianças e aos idosos. Jundiaí tem hoje 60 mil idosos”, afirma.
Para ele, o desemprego pode ser resolvido com incentivo às novas e permanência das que já existem. “Perdemos empresas importantes e grandes nos últimos tempos, como Ciica, Vulcabras e Fleishman, afirma Pacheco. Entendo que a cidade precisa dar incentivos fiscais, como forma de proporcionar mais empregos aos jundiaienses. Esse incentivo pode ser na forma de doação de terreno”.
Pacheco sabe também que cada campanha tem um tipo de dificuldade, e diz estar preparado para enfrentá-las. “Uma campanha para vereador é difícil, afirma. Acredito que seja a mais difícil, pois é muito segmentada. Entram fatores como amizades, parentescos, vizinhanças, e não só a ideologia ou linha de conduta do candidato. A de deputado tem outra característica, pois o deputado é do Estado, e a de prefeito outra. Mas sabemos como levar a campanha até o final”, finaliza.





