O trabalho de Regularização Fundiária da Vila Esperança foi apresentado pela Fundação Municipal de Ação Social (Fumas) no II Seminário Nacional de Urbanização de Favelas (URBFavelas), realizado nos dias 23 a 26 passados na Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Intitulado Regularização Fundiária em APP – direito de quem? O caso da Vila Esperança em Jundiaí – SP, o trabalho foi desenvolvido pela coordenadora da Política Habitacional da Fumas, arquiteta e urbanista Tatiana Reis Pimenta, em conjunto com a engenheira Fernanda Souza Carvalho, na disciplina de Cidade e Direito Urbanístico do curso de pós-graduação (mestrado) da FEC/Unicamp, tendo sido selecionado e apresentado em uma das sessões temáticas do evento.
A ocupação do assentamento precário localizado na Vila Nova Esperança teve início no final da década de 70 e o processo de urbanização em 1994, sendo executado com recursos do Programa Pró-Moradia, por meio do contrato de empréstimo e repasse de recursos, firmado entre a cidade e a Caixa Econômica Federal.
O início das obras ocorreu em maio de 1997, com edificação de 102 casas e um centro comunitário. A regularização fundiária da Vila Esperança foi concluída em 2015, após 21 anos do início da urbanização.





