Começaram as festas juninas – e logo começam as julinas – e ainda tem muita gente que gosta de rojões
Com o início da temporada de festas juninas, especialistas recomendam redobrar os cuidados para evitar acidentes com fogos de artifícios. O alerta se deve ao fato de que o mês de junho costuma engrossar o número de internações e mortes relacionadas à queima de fogos usados nas brincadeiras.
Segundo levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM), de 2008 a 2016 aconteceram 4.577 internações de pacientes que se queimaram com fogos. A média no país é 85 atendimentos só nos meses de junho, o que corresponde a um terço do total de ocorrências anuais.
Bahia lidera o número de acidentes, seguida de São Paulo e Minas Gerais. A probabilidade desse tipo de acidente cresce também no período de festas de fim de ano e em manifestações populares, como o que aconteceu recentemente nos protestos em Brasília.
Os médicos explicam que os fogos e explosivos além de provocar queimaduras e mutilações podem deixar outras sequelas graves e irreversíveis. Os acidentes podem ainda levar à morte. Nos últimos dez anos foram mais de 100 causadas por queimaduras graves de fogos de artifício.





