Por obrigação, o governo do Estado deveria entregar todos os meses R$ 2.156.559,16 ao Hospital São Vicente de Paulo todos os meses, dentro do programa Santas Casas Sustentáveis. Para remediar a situação, a Prefeitura de Jundiaí conseguiu que o Estado desse uma ajuda de R$ 2 milhões, que termina agora em agosto.
O dinheiro do programa das Santas Casas deveria ter chegado há muito tempo (dezembro de 2013), mas até agora não deu o ar da graça. Para o programa, o São Vicente é classificado como um hospital estruturante (alta complexidade).
Outros hospitais, menores e estrategicamente menos importantes que o São Vicente, recebem esse dinheiro. São os casos de Santos, Araçatuba, São Carlos e até Auriflama, cuja Santa Casa é considerada um hospital de apoio. Em números, o São Vicente interna mais e tem mais procedimentos que muitos dos hospitais que recebem do Estado.
Mas há mais promessas não cumpridas. R$ 15 milhões deveriam vir por conta do aumento do Teto Mac, em 2014. Outros R$ 8 milhões da RUE – Rede de Urgência e Emergência (2016), e mais R$ 3 milhões da Oncorrede (2015).






