Sign in
  • Jundiaí
  • Cidades
  • Geral
  • Arte & Lazer
  • Novo Dia TV
  • +
    • Educação
    • Emprego
    • Mundo
    • Polícia
    • Saúde
    • Tecnologia
  • Institucional
    • Novo Dia
    • Novo Dia TV
    • Estúdio e Produtora
    • Focus Mídia Digital OOH
    • Cena Blue
    • OneMug
    • Anuncie
    • WhatsApp
    • Expediente
    • Contato
Sign in
Welcome!Log into your account
Forgot your password?
Password recovery
Recover your password
Search
Logo
Logo
  • Novo Dia
  • Novo Dia TV
  • Estúdio e Produtora
  • Focus Mídia Digital OOH
  • Cena Blue
  • ONEmug
  • Anuncie
  • WhatsApp
  • Expediente
  • Contato
publicidadespot_img
27.9 C
Jundiaí
segunda-feira, 21 setembro, 2026
11 95923-0694
Facebook
Instagram
Linkedin
Youtube
Logo
  • Jundiaí
  • Cidades
  • Geral
  • Arte & Lazer
  • Novo Dia TV
  • +
    • Articulistas
    • Educação
    • Emprego
    • Mundo
    • Polícia
    • Saúde
    • Tecnologia
digite aqui...
Últimas

Jovem perde movimentos em montanha-russa do Hopi Hari

Estado de São Paulo ganhou 41 mil novas empresas em julho

Centro Integrado Girassóis é inaugurado em Jundiaí

Itália vai multar pedestre que atravessar rua olhando o celular

Aposentado que votar não precisará fazer Prova de Vida

LogoUKLONDON NEWS
  • Jundiaí
  • Cidades
  • Geral
  • Arte & Lazer
  • Novo Dia TV
  • +
    • Articulistas
    • Educação
    • Emprego
    • Mundo
    • Polícia
    • Saúde
    • Tecnologia
digite...

A importância do Setembro Amarelo

Geral
27 de setembro de 2018
Atualizado: 27 de setembro de 2018
Novo Dia
Por Novo Dia
Share
Facebook
Twitter
Pinterest
WhatsApp

    A Campanha Setembro Amarelo foi criada em 2015 pelo Centro de Valorização da Vida, o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria, com apoio de entidades internacionais de prevenção ao suicídio. Setembro é o mês mundial de Prevenção ao Suicídio. Ao pesquisar as origens da campanha, vejo que muitos dos textos replicados falam em “celebrar” ou “comemorar” esse dia.
    Será mesmo correto falar em celebração ou comemoração para um evento tão grave? Seguramente não. Nem pela data em si, nem pela pouca eficácia que temos tido em, de fato, prevenir o suicídio, sobretudo porque há um grande descaso da sociedade e ainda um grande despreparo dos profissionais de saúde para lidar com a pessoa que está pensando ou que tentou se suicidar.
    Em casa, na escola, entre os amigos, pessoas que pensam na possibilidade do suicídio como alívio para seu sofrimento psíquico são, muitas vezes, tratadas com descaso, desprezo e chacota. Nos serviços de saúde, sobretudo em prontos-socorros e pronto-atendimentos, essas pessoas geralmente são vítimas de violências verbais, do tipo: “quer morrer, faz direito” ou “minha filha, tanto paciente grave para atender aqui e você chega com essa frescura?”; e não raras vezes, de violências físicas, com utilização de procedimentos desnecessários ou invasivos, seja por despreparo, seja por perversidade, com o intuito de castigar aquela pessoa que já está sofrendo.
    Estudos sobre suicídio mostram que, muitas vezes, o suicídio concluído, ou seja, quando a pessoa consegue de fato dar fim à sua vida, ocorre com muito mais frequência logo após uma tentativa de suicídio malsucedida. Talvez, o principal motivo seja realmente o fato de a pessoa continuar num estado de sofrimento e desejar exterminá-lo. Por outro lado, temos que pensar que esse novo ato que pode levar a pessoa à morte pode ser resultado do descaso, da falta de empatia de familiares e amigos, da falta de suporte adequado nos serviços de saúde.
    Não raras vezes, quando uma pessoa tenta suicídio e é levada a um pronto-socorro, ela recebe alta após compensada a parte clínico-cirúrgica (efeitos das medicações ingeridas, sutura de ferimentos, entre outros) sem ter sequer sido avaliada por um profissional de saúde mental. Em alguns casos, mesmo que essa pessoa seja avaliada por este profissional, ela recebe alta com receitas médicas, encaminhamentos e, na longa espera por uma consulta psiquiátrica ou atendimento psicológico, a esperança pode se esvair um pouco mais e culminar com um novo ato, que pode ser fatal.
    Quando falo de longa espera por atendimento, não me refiro apenas ao atendimento no SUS. É claro que há uma defasagem imensa de profissionais e serviços de saúde mental e o atendimento extra-hospitalar, que deveria ser rápido nesses casos, pode chegar tarde demais. Mas esse problema também ocorre com frequência na rede privada, onde a espera para uma consulta psiquiátrica também pode demorar alguns meses nos convênios médicos.
     
    Leia também: Feira de Educação em Jundiaí terá palestras e atividades gratuitas
     
    Nos muitos anos em que trabalhei em serviços de emergência na cidade de São Paulo, atendi inúmeros casos de tentativas de suicídio e pude constatar que, quando uma pessoa que está pensando em se matar recebe atendimento adequado, com atenção, cuidado e sensibilidade; quando seus acompanhantes são bem orientados e quando você oferece opções mais rápidas de atendimento, com uma reavaliação ou uma consulta marcada em poucos dias, é possível fazer com que essa pessoa se vincule melhor ao tratamento, trazendo esperança e melhora da qualidade de vida. Entre 2014 e 2016, coordenei um serviço de atendimento de pacientes agudos, chamado “Ambulatório de Crise”, no qual pessoas com quadros que haviam chegado no pronto-socorro eram atendidas poucos dias após, no máximo em uma semana após a alta hospitalar. O resultado era muito positivo: evitavam-se internações, diminuía-se o tempo de permanência no pronto-socorro e a pessoa já iniciava o atendimento ambulatorial, com maiores chances de vincular-se ao tratamento.
    Concluindo, não adianta fazer uma campanha maciça contra o suicídio se não mudarmos a visão sobre o paciente suicida e sobre a pessoa em sofrimento mental; também é inútil oferecer “ajuda” nas redes sociais, copiar e colar mensagens de apoio num mural virtual se não formos realmente capazes de acudir e ajudar aquela pessoa. E, finalmente, não podemos banalizar a saúde física e mental, com “meses coloridos” que sejam pouco efetivos na prática.

    Marcelo Niel
    Médico e Doutor em Ciências

    Curtir isso:

    Curtir Carregando...
    Novo Dia
    Novo Diahttps://novodia.digital/novodia
    O Novo Dia Notícias é um dos maiores portais de conteúdo da região de Jundiaí. Faz parte do Grupo Novo Dia.
    Share
    Facebook
    Twitter
    Pinterest
    WhatsApp

      SUGESTÃO DE PAUTAS

      11 95923-0694

      ÚLTIMAS NOTÍCIAS

      Vinhedo

      Jovem perde movimentos em montanha-russa do Hopi Hari

      Anselmo Brombal - 21 de setembro de 2026
      PUBLICIDADEspot_img
      Economia

      Estado de São Paulo ganhou 41 mil novas empresas em julho

      Anselmo Brombal - 21 de setembro de 2026
      Jundiaí

      Centro Integrado Girassóis é inaugurado em Jundiaí

      Anselmo Brombal - 21 de setembro de 2026
      Geral

      Itália vai multar pedestre que atravessar rua olhando o celular

      Anselmo Brombal - 21 de setembro de 2026
      publicidadespot_img
      publicidadespot_img

      Deixe uma respostaCancelar resposta

      Logo
      Facebook
      Instagram
      Youtube
      %d
        Usamos cookies para garantir que oferecemos a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você está satisfeito com ele Política de Privacidade