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Márcia Mazzei

Feministas de Taubaté, vocês não me representam

O assunto tomou as redes sociais mais do que a Reforma da Previdência. Claro que estou me referindo à suposta traição envolvendo dois atores, ambos devida e religiosamente casados, sendo a outra parte igualmente conhecida do público e estando os principais personagens envolvidos e no ar em uma novela global contracenando como casal protagonista.

Você já ouviu aquela frase: “quando você acha que está ruim pode piorar”? Esse é o pano de fundo de uma história que ninguém sabe se procede e, mesmo que tenha acontecido, não muda nada na minha ou na sua vidinha medíocre, certo?

Estamos falando aqui de pessoas públicas, mas traz esse contexto para sua vida pessoal e particular. Vai dizer que você nunca se pegou querendo saber do desfecho de um caso que desenrolou assim? Pior, confessa que não tinha uma sentença guardada na necessaire, dentro da bolsa prontinha para acusar ou absolver a réu?

Sendo assim, a essa altura você deve estar se perguntando porque então estou eu aqui usando este espaço para falar da vida alheia? Antes de tocar no assunto propriamente dito, levo comigo uma teoria: não importa o que você faça, seja feliz. Desde que essa felicidade não implique pisar na cabeça do seu irmão, mas te garanta paz de espírito e amor no coração, solte o freio e vá.

Portanto, a ideia das palavras que seguem não é julgar. É mais um desabafo de uma mulher que não possui militância, considera injustiça o ato mais medíocre do ser humano e está chegando a conclusão que bandeiras estão sendo erguidas para fazer apologia ao ódio e pregação a desunião.

Mas vamos ao que interessa. Passei a semana lendo manifestações diversas e adversas. Homens e mulheres. Palavras de apoio a traída, o que são inquestionáveis. Mas também vi uma enxurrada de unfollow de mulheres que se autodefinem representantes natas do feminismo.

Quem são essas “feministas” que deixaram de seguir a suposta “traidora” nas redes sociais? Será que tiveram a mesma reação ao marido que igualmente foi personagem da prevaricação? Ou a “perversa sedutora” fez tudo sozinha e essa reação em cadeia foi apenas uma ação de inveja desmedida? Ou será ainda que as tais “feministas” são adeptas daquelas ideias esdrúxulas de que uma amante de tão perversa que é, acaba com um casamento?

Ninguém solta da mão de ninguém, coleguinha. A não ser que queira. Assim como quando um não quer, dois não brigam. Então, você, mulher de verdade, que sai em defesa dos direitos feministas, me diga: porque, vestida com sua pomposa toga, considera justo recair apenas sobre o sexo feminino a responsabilidade do suposto caso de infidelidade?

Nem os homens conseguiram entender essa debandada geral. Eu só queria mesmo é saber onde estão as feministas de carteirinha, ou essas bravas lutadoras que tanto dizem nos representar. Ora, ora mulheres. Voltem a Taubaté. O mundo é muito maior do que isso.

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