Ha aproximadamente um ano, são desembolsados R$ 50 mil em despesas entre segurança e assessores do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, mesmo ele estando preso na sede da Polícia Federal, em Curitiba. Os dados são do Estadão.
Segundo o veículo, ele possui direito vitalício a quatro seguranças, dois motoristas, dois carros oficiais e dois assessores. Outros cinco ex-presidentes possuem o mesmo benefício.
Os oito servidores, sendo sete militares, ainda recebem remuneração extra por conta da função comissionada. Eles foram escolhidos pelo próprio Lula e fazem parte de sua equipe desde a época em que presidente da República.
Eles trabalham, atualmente, 40 horas por semana, mas não atuam na segurança de Lula, que está sob responsabilidade da Polícia Federal.
O benefício de Lula chegou a ser cassado um mês após sua prisão, em maio de 2018, mas a defesa do ex-presidente recorreu e ainda não há uma decisão sobre o assunto.
“Submetido que ele está a um regime especial de custódia e vigilância, não há sentido em proporcionar-lhe segurança e apoio extraordinário que somente a vida em liberdade justificaria”, afirmou Walter Rothenburg, procurador regional do MPF, em seu parecer. O direito a dois assessores, no entender do procurador, é justificável.





