O trabalho de combate aos mosquitos transmissores Aedes aegypti é feito durante o ano inteiro pelas equipes da Unidade de Vigilância de Zoonoses. Somente nos imóveis especiais e pontos estratégicos no ano passado foram feitas 1,8 mil vistorias em mais de 200 espaços cadastrados. O trabalho tem por objetivo reduzir os pontos de risco de criadouros e de transmissão das arboviroses.
Os pontos estratégicos são espaços que podem propiciar grande número de criadouros se não zelados adequadamente. Os imóveis especiais são os locais onde o fluxo de pessoas é intenso e que podem servir de ponto de contaminação para pessoas de vários bairros ou até da região.
Segundo a biomédica da Z oonoses Ana Lúcia de Castro, as vistorias têm surtido efeito. “Quando o trabalho foi implantado em 2002, tínhamos cadastrados mais de 400 endereços em cada um dos casos. Atualmente são 140 em cada categoria. Neste ano, 237 vistorias foram feitas”, explica.





