Ronaldinho Gaúcho promove empresa de criptoativos que já recebeu denúncia na CVM

Ronaldinho Gaúcho, um dos maiores craques da história do futebol brasileiro, parece não ter o mesmo sucesso quando o assunto é o mercado de criptoativos e, depois de ver dois projetos dos quais estava envolvido naufragarem, a Ronaldinho Soccer Coin e a Champion Coin, o “bruxo” está envolvido em mais uma polêmica e desta vez o assunto pode ser mais sério e chegar ao Ministério Público.

O ex-craque de futebol vem promovendo a plataforma de investimentos LBLV, que oferece rentabilidade por meio de aplicações no mercado tradicional e no mercado de criptomoedas, no entanto, a empresa vem recebendo uma série de denúncias no site Reclame Aqui, que vão desde ligações inoportunas de marketing, até casos em que investidores foram supostamente enganados e não conseguem resgatar seus aportes investidos.

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A LBLV afirma ter 36 escritórios espalhados em cinco continentes e cerca de 98 mil investidores. Em um vídeo de promoção da empresa, o brasileiro faz gol em um goleiro fantasiado de Bitcoin e diz: “Venha ganhar com a gente”. Segundo o material da empresa, os usuários podem usar a aplicação chamada MetaTrader5 para negociar em ativos digitais do mercado tradicional como moedas, ações e commodites, e também em criptoativos como Bitcoin.

A empresa, registrada na Estônia, não promete garantia de rentabilidade, uma das principais características de supostas pirâmides financeiras, no entanto, a empresa oferece corretagem baseada em Forex, considera ilegal pela Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM).

“Considerando que até o presente momento não há qualquer oferta relacionada ao mercado Forex registrada na CVM, ou corretora autorizada pela autarquia a atuar nesse mercado, qualquer oferta feita no Brasil é ILEGAL. Isso inclui, mas não se limita, ofertas feitas por instituições estrangeiras por meio da internet.”

A CVM inclusive já produziu um amplo alerta sobre o tema e também sobre criptomoedas. Um levantamento exclusivo feito pelo CriptoFácil revelou também que a LBLV ou a Quant Financial, empresa que seria a gestora da plataforma, possuem autorização da CVM para operarem no Brasil. Além disso, a autarquia já recebeu uma denúncia de investidores em relação à empresa e atualmente está analisando informações para checar a regularidade do negócio.

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