O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse hoje que o governo federal promoveu novo contingenciamento de R$ 1,4 bilhão para não correr o risco de sofrer impeachment por descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, como aconteceu com a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016. “O que tenha a dizer a vocês” Se eu não fizer isso, eu vou para o impeachment, pô.”
Não vamos pedalar, não vamos descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, declarou Bolsonaro. “Somos obrigados. Não quero culpar que nos antecedeu, mas pegamos aí uma União, um Estado quebrado e temos que buscar maneiras de solucionar. Sabíamos que íamos encontrar isso pela frente. Ninguém está reclamando não.
A declaração foi dada após evento em Anápolis (GO) para assinatura de contrato de concessão de trecho da Ferrovia Norte-Sul.
Na oportunidade, ao lado do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), Bolsonaro citou a crise financeiras vividas em todas as esferas governamentais,
A decisão do novo contingenciamento foi anunciada na semana passada pelo Ministério da Economia. O Ministério da Cidadania foi a pasta que mais sofreu redução na verba: teve aproximadamente R$ 619 milhões bloqueados.
Em seguida, vêm os ministérios da Educação e da Economia, com cerca de R$ 340 milhões e R$ 280 milhões congelados, respectivamente.





