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Vereador homenageia estuprador com nome de rua

Por essa nem o PCC esperava. Condenado por estupro, morreu na cadeia e agora ganhou homenagem de Cristiano Lopes em Jundiaí

Que vez ou outra algum vereador produza alguma bobagem é algo esperado. Mas o vereador Cristiano Lopes superou todas as expectativas. Na sessão de Câmara da semana passada (2), aprovou projeto de sua autoria dando o nome de Luiz Milamonte à antiga alameda 10, do loteamento Serras do Caxambu – fazenda Santa Isabel – no Ivoturucaia.

Acontece que Luiz Milamonte é um condenado por estupro que morreu na cadeia. E sua história vem de 1969 – segundo seu prontuário na Divisão de Vigilância e Capturas (DVC), nesse ano Luiz foi indiciado por estelionato.

Sua condenação se deu em 2014, na 1ª Vara Criminal de Jundiaí (processo nº 0008001-71-2010.8.26.0309), com mandado de prisão expedido em 25 de junho de 2014. Foragido, Luiz Milamonte foi capturado em 27 de março de 2015 e enviado ao presídio de Presidente Altino, em Osasco.

No dia 30 de maio do mesmo ano Luiz morreu na cadeia, aos 77 anos. O carcereiro de Presidente Altino registrou boletim de ocorrência no 9º Distrito Policial de Osasco, com o caso classificado como morte suspeita. Cinco anos antes, Luiz havia registrado um boletim de ocorrência na Delegacia da Defesa da Mulher (DDM) de Jundiaí, o de número 13/2010.

Nesse registro, Milamonte aparece como vítima: uma criança de 10 anos foi ao seu comércio com álcool e tentou atear-lhe fogo. A criança admitiu que sua intenção era essa mesmo, e sua mãe confirmou. E explicou que a criança tentou incendiá-lo porque Luiz havia abusado sexualmente dessa criança.

Com uma história assim, a esperança dos jundiaienses é que algum vereador apresente algum tipo de medida, de forma a exigir um atestado de antecedentes de pessoas homenageadas, ou com nome de rua, ou com nome de praça, ou com títulos honoríficos. Sem isso, a cidade corre risco de ter ruas dedicadas a Marcola, Fernandinho Beira-Mar e outros menos cotados.

Não custa lembrar que há quase 50 anos a Câmara deu título de Cidadão Jundiaiense a um representante de livros, conhecido na cidade na época. Sua atividade era fachada – esse cidadão foi condenado por latrocínio (roubo seguido de morte). Ele era assaltante e matou um vigia no posto Lago Azul, na Anhanguera, muito antes de receber seu título.

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