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Galdino Mesquita

Europa destruiu a África e quer a Amazônia

“A informação mais necessária é sempre a menos disponível”, dizia Murphy em 1949. Pior que ver Dilmanta ou Marilena Chaui (a filósofa que odeia a classe média mas fez doutorado em Paris, França com dinheiro do povo), sendo aplaudidas por funcionários públicos classe média, é ver meia dúzia de pobres e uma dúzia de corruptos aplaudindo Macron, Merkel e Michelle (a Bachelet) e outros Merdas “defensores da Amazônia”. Os imperialistas europeus posam de “humanistas” e conseguem enganar trouxas do tipo Wyllis, mas o que querem é internacionalizar a Amazônia. Ainda bem que são poucos, muito poucos, entre os cem milhões de pardos do Brasil, que não perceberam o “golpe” dos neocolonialistas, que já roubam o Brasil há séculos.

Os europeus devastaram a África, todos os países do continente, mataram milhões de africanos, escravizaram todas as nações negras e, hoje (pasmem), são apoiados e idolatrados por esquerdopatas que, no mínimo, desconhecem a história mundial. A África foi dividida entre franceses, portugueses, belgas, ingleses, holandeses e piratas. Europeus disputavam quem roubava e matava mais os nativos. Em 1884 e 1885, a Conferência de Berlim fez a Partilha da África entre as nações europeias. A maior parte do continente ficou para Inglaterra e França. Fora da África, a França sucateou o Haiti e ainda domina a Guiana francesa; Holanda e Inglaterra dominam países do Caribe, sem contar outras nações espalhados pelo mundo de hoje. Agora querem porque querem a Amazônia, com apoio do lulopetismo e perdedores das últimas eleições no Brasil.

Todas as nações africanas foram dominadas pelos europeus entre 1880 e 1914.O Império Português foi o primeiro global, subjugou 53 países, desde 1415 até 1999. O Império Romano foi fichinha diante dos lusos: dominou meia dúzia de nações entre a Europa e oriente. Brasil e os lusófonos foram os países colonizados.  Africanos que falam português são Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique e São Tomé e Príncipe. O português é a língua de Goa e Damão (Índia), Macau (China) e ainda Timor Leste (Oceania). No século XV, os portugueses dominavam portos no oeste.  Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança (África do Sul) e iniciou a tomada do leste pelos europeus. Depois de 1558, ingleses, franceses e holandeses lutaram contra os portugueses para dominar portos, comércio de escravos, ouro, diamantes etc.

O Sol não se põe: No final do século XVII, os ingleses mandavam em dezenas de países. Potência econômica da revolução industrial, os britânicos lideravam a exploração da África e, de repente, ficaram “contra a escravidão”. Ah, o lucro era maior com o comércio e exportação do ouro, diamantes e tapetes, produzidos com mão-de-obra “semiescrava”.  Estados africanos colonizados pelos ingleses foram África do Sul, Egito, Sudão, Gana, NigériaSomáliaSerra LeoaTanzânia, Uganda, QuêniaMalawiZâmbiaGâmbiaLesoto,  Maurícia, Suazilândia, Seicheles e Zimbábue.

Bélgica: O Congo se transformou em propriedade pessoal do rei belga Leopoldo II, o genocida que matou metade dos congoleses. Todo lucro da exploração e comércio ia para os cofres de Leopoldo. O rei contratou mercenários, guerreou e se tornou “dono” do Congo. Leopoldo criou a Force Publique, grupo de capangas que fazia o povo cumprir suas ordens. Explorava ouro, borracha, diamantes, marfim e os capangas recebiam comissões sobre os lucros (tipo ONGs amazônicas que exploram nossos índios).  Os nativos negros trabalhavam até a morte em plantações e minas. Para a extração de borracha, Leopoldo derrubou vilas e florestas. Os nativos tinham cotas de produção e quem não conseguisse cumprir tinha mãos e pés amputados. Se fugisse antes do castigo, quem tinha mãos e pés decepados eram os familiares. Em 1885, o Congo tinha cerca de 20 milhões habitantes. Em 1924, o censo indicou que metade morreu (cerca de dez milhões de habitantes).

O Congo tem grandes reservas de minérios que continuam sendo exploradas por estrangeiros, enquanto o povo é dos mais miseráveis. Ah, a Bélgica é adorada por esquerdopatas, como a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet (inimiga de Bolsonaro e apoiadora da Amazônia internacional). A alta comissária para os Direitos Humanos da ONU alertou em Bruxelas, Bélgica, neste mês, que “as alterações climáticas provocam efeitos negativos nos Direitos Humanos”. O secretário geral da ONU, António Guterres, aplaudiu Bachelet. Só esqueceram de dizer que a Bélgica fez o maior genocídio na África, dizimou flora, fauna e humanos e que Bruxelas é o centro de operações bancárias, de corruptos internacionais, desde a criação da Société Générale de Belgique em 1822, com 60 bancos estrangeiros e restaurantes “très chic”.

Haiti: em 1492, Cristóvão Colombo chegou à ilha. Em 1697, no Tratado de Ryswick entre Espanha e França, a parte leste, o Haiti, foi cedida à França, denominada Saint Domingue. Terra rica, a mais importante colônia francesa produzia cana-de-açúcar com escravos africanos, que rebelaram-se liderados pelo ex-escravo Toussaint L’Ouverture, que foi preso e morreu em 1803 na França. Em 1957, o médico François “Papa Doc” Duvalier virou ditador do Haiti. Com sua guarda pessoal, os tontons macoutes matavam qualquer opositor. Papa Doc foi assassinado em 1971 e seu filho Jean-Claude Duvalier, o Baby Doc, tomou o poder com mais corrupção e massacres. Baby fugiu com milhões de dólares. Sabe pra onde? França, Paris, a meca dos esquerdopatas. O Haiti é o país mais pobre das Américas e 60% da população é subnutrida. Em janeiro de 2010, um terremoto 7,0 na escala Richter  quebrou o país da seita Voo Doo e deixou 120 mil mortos.  O Haiti está sob intervenção da ONU, com militares brasileiros atuando e mantendo ajuda humanitária. Mas Macron, Merkel e Michelle (a Bachelet) nem falam do Haiti, nem da África, só querem saber da Amazônia…

1 Comment

1 Comment

  1. Galdino Mesquita

    17 de setembro de 2019 at 13:29

    Toussaint L’Ouverture foi o maior líder da Revolução Haitiana e governou Saint Domingue, o Haiti na época (1794). L’Ouverture é o MAIOR revolucionário negro das Américas, reconhecido por pesquisadores. Liderou a abolição e independência também na República Dominicana. Foi comparado a Napoleão.

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